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	<title>Equipe de Soluções Fiscais</title>
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		<title>Equipe de Soluções Fiscais</title>
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		<title>Crédito de IPI</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 17:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Crédito de IPI – Bens de Produção. Existem muitas indústrias ou empresas equiparadas à indústria que deixam de tomar o crédito de IPI por desconhecimento do conceito de Bens de Produção, pois conforme o Regulamento do IPI – Decreto nº 4544/2002 o direito ao crédito de IPI alcança inclusive aqueles produtos que, embora não integrem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=35&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Crédito de IPI – Bens de Produção.</strong> Existem muitas indústrias ou empresas equiparadas à indústria que deixam de tomar o crédito de IPI por desconhecimento do conceito de Bens de Produção, pois conforme o Regulamento do IPI – Decreto nº 4544/2002 o direito ao crédito de IPI alcança inclusive aqueles produtos que, embora não integrem o novo produto, sejam consumidos no processo de industrialização, salvo se estiverem compreendidos entre os bens do Ativo Permanente. Os estabelecimentos industriais, com base no princípio da não cumulatividade, poderão creditar-se do IPI pago na operação de compra de bens de produção quando adquiridos para industrialização de produtos tributados, isentos, sujeitos à alíquota de 0% ou imunes ao imposto desde que os referidos bens de produção sejam consumidos no processo industrial e não sejam escriturados como bens pertencentes ao Ativo Permanente da empresa adquirente. Qual seria, então, a definição de Bens de Produção ? Segundo o Artigo 519 do Regulamento do IPI, são considerados Bens de Produção : &#8211; matérias-primas; &#8211; produtos intermediários, inclusive os que embora não integrem o produto final, sejam consumidos ou utilizados no processo fabril; &#8211; produtos destinados a embalagem e acondicionamento; &#8211; ferramentas empregadas no processo industrial, exceto as manuais; &#8211; máquinas, instrumentos, aparelhos e equipamentos, inclusive suas peças, partes e outros componentes, que se destinem ao emprego no processo fabril. Outro ponto importante de ser alertado e que muitos industriais não dão a devida importância é o fato que os estabelecimentos industriais adquirente tem a permissão de creditamento de 50% do IPI que seria destacado na nota fiscal de aquisição, caso adquiram mercadorias de um estabelecimento comerciante atacadista não contribuinte do IPI, conforme previsto no Artigo 165 do Regulamento do IPI. Os estabelecimentos comerciantes de bens de produção poderão fazer uma análise para verificar se é vantajosa ou não atuar como contribuinte do IPI e solicitar a sua equiparação a industrial. Caso as suas vendas sejam em sua maioria destinada a estabelecimentos industriais, a solicitação de equiparação industrial poderá ser vantajoso visto que seus clientes poderão se creditarem do IPI destacado nas notas fiscais do estabelecimento vendedor. A competição mercantil está cada vez mais acirrada e qualquer benefício que podemos proporcionar aos nossos clientes pode ser o diferencial para aumentarmos nossas vendas e o campo do Planejamento Fiscal-Tributário pode proporcionar este ganho operacional. Atenciosamente, Alexandre Galhardo Consultor Fiscal-Tributário Cittá Work Consultores Associados Portal Netlegis Tel (21) 8805-6654</p>
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		<title>Industrialização Terceirizada</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/06/27/industrializacao-terceirizada/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 12:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

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		<description><![CDATA[A industrialização por conta de terceiros ou industrialização sob encomenda ocorre quando o estabelecimento autor do pedido remete a outra empresa matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem &#8211; ou seja, insumos em geral -, para que este efetue a industrialização.
O artigo 4º do Decreto 4.544/02 (Regulamento de Imposto sobre Produtos Industrializados) dispõe que a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=31&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="tj">A industrialização por conta de terceiros ou industrialização sob encomenda ocorre quando o estabelecimento autor do pedido remete a outra empresa matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem &#8211; ou seja, insumos em geral -, para que este efetue a industrialização.</p>
<p class="tj">O artigo 4º do Decreto 4.544/02 (Regulamento de Imposto sobre Produtos Industrializados) dispõe que a industrialização é a operação que modifica a natureza, o acabamento, a apresentação ou a finalidade do produto ou aperfeiçoamento para consumo, sob as seguintes formas:</p>
<p class="tj">I) a exercida sobre matéria-prima ou produto intermediário, desembocando na obtenção de espécie nova, ou seja, transformação;</p>
<p class="tj">II) a que importe em modificar, aperfeiçoar ou de qualquer forma, alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto, ou seja, o beneficiamento;</p>
<p class="tj">III) a que consista na reunião de produtos, peças ou partes de que resulte um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação fiscal, ou seja, montagem;</p>
<p class="tj">IV) a que importe em alterar a apresentação do produto, pela colocação de embalagem, ainda que em substituição da original, ou seja, acondicionamento ou recondicionamento;</p>
<p class="tj">V) a exercida sobre o produto ou parte remanescente de produto determinado ou industrializado, que renove ou restaure o mesmo para industrialização, ou seja, renovação ou recondicionamento.</p>
<p class="tj">Assim, perante a legislação, essas são as formas de industrialização efetuadas por terceiros, porque inúmeras empresas necessitam dessas encomendas de industrialização perante outras empresas, para que seja possível concretizar sua produção.</p>
<p class="tj">Nesse passo, é oportuno mencionar que, conforme o artigo 42 do Regulamento do IPI, a operação de <span class="hl">remessa</span> quanto à encomenda para industrialização por terceiros deve ocorrer com o instituto da suspensão do IPI e o retorno da mesma forma. Ou seja, a devolução efetuada pela empresa que industrializou também ocorre com o instituto da suspensão do IPI. O mesmo mecanismo também se aplica ao ICMS/SP, com a suspensão na <span class="hl">remessa</span> e no retorno do produto, conforme dispõe o artigo 402, Livro II, do RICMS/SP. Também é o que ocorre na grande maioria dos Estados brasileiros, com regulamentos que autorizam a suspensão do ICMS.</p>
<p class="tj">Vale lembrar que o instituto da suspensão é a transferência do momento da incidência do IPI e do ICMS para outro momento. Em outros termos, há uma desoneração tributária, desde que o contribuinte efetivamente cumpra uma determinada característica quanto à operação em procedimento.</p>
<p class="tj">A suspensão está prevista em lei conforme cada caso específico, sempre desonerando determinada etapa e postergando a incidência do tributo para uma etapa posterior. Aplica-se tanto ao processo de remessas internas no próprio estado, como para remessas interestaduais, condicionado ao retorno do produto ao estabelecimento que originou a <span class="hl">remessa</span>. Contudo, para efeito do IPI, não existe prazo obrigatório para devolução. O único prazo para retorno existente é para efeito do ICMS/SP, sendo este de 180 dias, prorrogáveis conforme entendimento da fiscalização estadual.</p>
<p class="tj">Assim, da mesma forma que na <span class="hl">remessa</span>, no retorno do produto para a empresa remetente não ocorre a incidência de IPI e do ICMS. Porém, quanto ao material aplicado na industrialização efetuada por terceiro, este deverá ser tributado normalmente quanto ao ICMS, sendo aplicável o diferimento quanto à mão-de-obra aplicada. Com relação ao IPI, o material aplicado poderá ser tributado normalmente. Tratando-se de produtos adquiridos de terceiros no mercado interno, existe a opção de o retorno ser efetuado com a suspensão, desde que o industrializador não aproveite o crédito dos produtos adquiridos ou efetue o estorno dos mesmos.</p>
<p class="tj">A questão quanto à suspensão do IPI e do ICMS na ocorrência da industrialização realizada por terceiro é um procedimento aparentemente comum. Contudo, inúmeras empresas, através dos agentes responsáveis pela emissão das notas fiscais, cometem o equívoco de destacar os impostos na nota fiscal de saída de <span class="hl">remessa</span> para industrialização e acabam recebendo a devolução sem o destaque dos impostos, uma vez que as empresas que realizam a industrialização terceirizada adotam a suspensão para que não ocorra um aumento do custo de sua produção.</p>
<p class="tj">Diante desse quadro, o que se faz necessário é que as empresas atentem para os casos em que é possível a utilização do instituto da suspensão, visando a evitar o pagamento de IPI indevido e mantendo a escrituração fiscal regular, prevenindo indesejáveis correções de livros e documentos fiscais.</p>
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		<item>
		<title>Ativo fixo</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/05/14/ativo-fixo/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 14:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

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		<description><![CDATA[




Índice


1 Conceito de Ativo Fixo e espécies
2 O Ativo Diferido
3 Depreciação

3.1 Depreciação Linear
3.2 Depreciação Acelerada
3.3 Depreciação Incentivada


4 Características de um Ativo Fixo





Conceito de Ativo Fixo e espécies
Conceito empregado em contabilidade para definir dentro de uma determinada empresa, quais são os bens e direitos desta empresa que não sofrem movimentação constante. Fazem parte do patrimônio desta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=30&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><table id="toc" class="toc" border="0" summary="Índice">
<tbody>
<tr>
<td>
<div id="toctitle">
<h2>Índice</h2>
</div>
<ul>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">1</span> <span class="toctext">Conceito de Ativo Fixo e espécies</span></li>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">2</span> <span class="toctext">O Ativo Diferido</span></li>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">3</span> <span class="toctext">Depreciação</span>
<ul>
<li class="toclevel-2"><span class="tocnumber">3.1</span> <span class="toctext">Depreciação Linear</span></li>
<li class="toclevel-2"><span class="tocnumber">3.2</span> <span class="toctext">Depreciação Acelerada</span></li>
<li class="toclevel-2"><span class="tocnumber">3.3</span> <span class="toctext">Depreciação Incentivada</span></li>
</ul>
</li>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">4</span> <span class="toctext">Características de um Ativo Fixo</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="mw-headline">Conceito de Ativo Fixo e espécies</span></h2>
<p>Conceito empregado em contabilidade para definir dentro de uma determinada empresa, quais são os bens e direitos desta empresa que não sofrem movimentação constante. Fazem parte do patrimônio desta empresa, chamados Bens Patrimoniais. Ativo Fixo possui como sinônimo a expressão Ativo Imobilizado. Já &#8220;Ativo Permanente&#8221; possui uma conotação mais ampla, pois segundo o disposto na Lei Brasileira 11.638 de 2007, que sobrescreve a Lei Brasileira 6.404 de 1976, se divide em:</p>
<ul>
<li>Investimentos;</li>
<li>Ativo imobilizado;</li>
<li>Ativo intangível;</li>
<li>Ativo diferido</li>
</ul>
<p><a id="O_Ativo_Diferido" name="O_Ativo_Diferido"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">O Ativo Diferido</span></h2>
<p>Caracteriza-se por evidenciar os recursos aplicados na realização de despesas que, por contribuírem para a formação do resultado de mais de um exercício social futuro, somente são apropriadas às contas de resultado à medida e na proporção em que essa contribuição influencia a geração do resultado de cada exercício. O Ativo Diferido deverá ser avaliado, pelo valor do capital aplicado, ou seja, o valor dos gastos realizados, deduzido do saldo das contas que registrem a sua amortização (art. 183 da Lei nº 6.404/76). O grupo Ativo Diferido, classificado no Ativo Permanente, apresenta, em geral, as seguintes contas:</p>
<p>I &#8211; gastos de implantação e pré-operacionais; II &#8211; gastos com pesquisa e desenvolvimento de produtos; III &#8211; gastos de implantação de sistemas e métodos; IV &#8211; gastos de reorganização ou reestruturação.</p>
<p><a id="Deprecia.C3.A7.C3.A3o" name="Deprecia.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h2><span class="editsection">D</span><span class="mw-headline">epreciação</span></h2>
<p>A principal característica a ser controlada para um bem de Ativo Fixo é a sua depreciação. Legalmente e dentro de certos limites para fins tributários, é permitido que a empresa efetue lançamentos contábeis de despesas de depreciação para um determinado bem, denotando em seu balanço patrimonial as perdas de valor daquele bem (abordagem econômica). Existem Leis que classificam os tipos de Bem de Ativo Fixo, e qual o tempo de depreciação para cada classe de bens, desta forma o tempo para depreciar totalmente um automóvel é diferente do tempo para depreciar totalmente um edifício (a depreciação total do bem de Ativo é chamada de &#8220;exaustão&#8221; (no Brasil, só dos recursos naturais). A abordagem econômica pressupõe ainda que um bem pode ter sua vida útil aumentada (por exemplo, se é trocado o motor do automóvel). Fora da área legislativa, ou seja, dentro do âmbito da contabilidade gerencial, a Depreciação pode ser auferida pelo quantum proporcionalmente correspondente a Receita realizada (abordagem do custo), ou ao valor necessário para que o bem seja reposto (abordagem financeira). Com essas regras pressupõe-se que após a total depreciação do bem de Ativo, ou seja após a sua exaustão (só dos recursos naturais no Brasil), a empresa tenha efetuado provisões financeiras (também chamado de Fundos de Depreciação) que permitam que a mesma desative o bem de Ativo e adquira um novo bem. No Brasil, exaustão representa a perda de valor econômico de recursos naturais e minerais, enquanto a amortização representa a perda de valor de bens intangíveis e do Ativo Diferido. O controle no Balanço Patrimonial é feito através de contas retificadoras do Ativo: Depreciação Acumulada, Amortização Acumulada e Exaustão Acumulada.</p>
<p><a id="Deprecia.C3.A7.C3.A3o_Linear" name="Deprecia.C3.A7.C3.A3o_Linear"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Depreciação Linear</span></h4>
<p>A depreciação também é controlada por taxas e fórmulas, para o Brasil a formula permitida por lei é a &#8220;Depreciação Linear&#8221;, que consiste em dividir o valor total do bem de Ativo em partes iguais, contabilizando uma parte por mês até a total desvalorização do bem de Ativo. Por isso chamamos de Depreciação Linea</p>
<h4><span class="mw-headline">Depreciação Acelerada</span></h4>
<p>Para alguns tipos de bem de Ativo, especialmente as máquinas industriais, existe legislação brasileira específica que permite dependendo da máquina e do tipo de negócios, depreciar o bem de Ativo em taxas maiores caso se utilizem as máquinas em mais de um turno operacional.</p>
<p><a id="Deprecia.C3.A7.C3.A3o_Incentivada" name="Deprecia.C3.A7.C3.A3o_Incentivada"></a></p>
<h4><span class="mw-headline">Depreciação Incentivada</span></h4>
<p>Em alguns casos, regidos pela legislação brasileira, é permitido criar taxas adicionais que aumentam a depreciação de determinados bens de Ativo, isso é definido para Zonas de incentivo Fiscal, como por exemplo a Zona Franca de Manaus.</p>
<p><a id="Caracter.C3.ADsticas_de_um_Ativo_Fixo" name="Caracter.C3.ADsticas_de_um_Ativo_Fixo"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Características de um Ativo Fixo</span></h2>
<p>Um bem de Ativo Fixo pode ser depreciável ou não, pois para bens de pequeno valor não exige-se a depreciação. O bem de Ativo também pode ser Tangível ou Intangível, por exemplo, um automóvel é um bem tangível, um &#8220;copyright&#8221; de um programa de software é um bem intangível e por ordem da controladoria geral de cada estado se faz necessario que os bens com produção acelerada e acima de 5 anos sejam depreciados com 2% do valor tendo como base a legislação em vigor. Isso mostra-nos formas legais de podermos contábilmente mantermos o patrimônio devido sempre depreciativo.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Regime da Substituição Tributária do ICMS</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/05/14/regime-da-substituicao-tributaria-do-icms/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 13:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://equipefiscal.wordpress.com/?p=29</guid>
		<description><![CDATA[  Esclarecimentos  	Gerais sobre o Regime da Substituição Tributária do ICMS
 Por Alexandre  	Galhardo
  Introdução
Substituição  Tributária (ST) é um instituto criado e implementado pelas Unidades da Federação  antes do advento da atual Constituição Federal, por intermédio de legislação  infraconstitucional, ou seja, de Convênios e Protocolos celebrados entre os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=29&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoTitle" align="center"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-size:12pt;text-transform:uppercase;">Esclarecimentos  	Gerais sobre o Regime da Substituição Tributária do ICMS</span></span></strong></p>
<p class="MsoTitle" align="center"><strong><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:normal;font-size:12pt;font-style:italic;">Por Alexandre  	Galhardo</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Introdução</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Substituição  Tributária (ST) é um instituto criado e implementado pelas Unidades da Federação  antes do advento da atual Constituição Federal, por intermédio de legislação  infraconstitucional, ou seja, de Convênios e Protocolos celebrados entre os  secretários de fazenda estaduais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Durante  muito tempo, a sua constitucionalidade e legitimidade foi argüida em juízo pelos  contribuintes, sob a alegação de falta de previsão constitucional e de lei  complementar para a sua implementação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Em face da  eficiência desse instituto, uma vez que a sua aplicação fez diminuir a evasão  fiscal e facilitou a fiscalização, a atual Constituição Federal, no seu artigo  150, <span class="GramE">parágrafo</span> 7º, incorporou-o definitivamente e a  Lei Complementar nº 87/96 veio a legitimá-la.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Conceito</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">A Substituição  Tributária<span class="GramE"> </span>pode ser conceituada como sendo o regime pelo qual a responsabilidade  pelo ICMS devido em relação às operações ou prestações de serviços é atribuída a  outro contribuinte. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Espécies de Substituição  Tributária no ICMS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">1 – Sobre Mercadorias</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">1.1</span><span style="font-weight:bold;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> <span style="font-weight:bold;">– Operações anteriores</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Nesta  hipótese de substituição tributária, a legislação atribui <span class="GramE">a  determinado</span> contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do ICMS em  relação às operações anteriores. Nesta espécie se encontra o diferimento do  lançamento do imposto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">1.2 – Operações subsequentes</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">A ST em  relação às operações subsequentes caracteriza-se pela atribuição <span class="GramE">a determinado</span> contribuinte (normalmente o primeiro na  cadeia de comercialização, o fabricante ou importador) pelo pagamento do valor  do ICMS incidente nas subsequentes operações com a mercadoria, até sua saída  destinada a consumidor ou usuário final. (Art. 6º, parágrafo 1º, da Lei  Complementar nº 87/96<span class="GramE">)</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">1.2</span><span style="font-weight:bold;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> <span style="font-weight:bold;">– Operações concomitantes</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Esta espécie  de Substituição Tributária caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do  imposto a outro contribuinte, e não àquele que esteja realizando a operação ou  prestação de serviço, concomitantemente à ocorrência do fato gerador. Nesta  espécie se encontra a Substituição Tributária dos serviços de transportes de cargas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">A Substituição Tributária do ICMS  foi implementada porque se constatou que poucos fabricantes vendiam seus  produtos a milhares de distribuidores e revendedores, sendo que esses últimos  sonegavam ICMS. Assim passaram a tributar os fabricantes, que por serem grandes  e em pouco número, seria, e <span class="GramE">são,</span> facilmente  fiscalizados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">2 – Sobre serviço de  transportes</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">O ICMS sobre  o serviço de transporte é devido ao local do início da prestação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Considerando  este fato, as Unidades da Federação, por intermédio do Convênio ICMS nº 25/90,  estabeleceram que, por ocasião da prestação de serviço de transporte de carga  por transportador autônomo ou por empresa transportadora de outra Unidade da  Federação não inscrita no cadastro de contribuintes do Estado de início da  prestação, a responsabilidade pelo pagamento do ICMS devido poderá ser <span class="GramE">atribuída :</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– ao alienante ou remetente da  mercadoria, exceto se produtor rural ou microempresa, quando contribuinte do  ICMS;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– ao destinatário da  mercadoria, exceto se produtor rural ou microempresa, quando contribuinte do  ICMS, na prestação interna;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">c)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– ao depositário da mercadoria  a qualquer título, <span class="GramE">na saída da mercadoria ou bem depositado  por pessoa física ou jurídica</span>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Contribuintes</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Contribuinte Substituto</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">É o  responsável pela retenção e recolhimento do imposto incidente em operações ou  prestações antecedentes, concomitantes ou subsequentes, inclusive do valor  decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual nas operações  e prestações de destinem mercadorias e serviços a consumidor final. Em regra  geral será o fabricante ou importador no que se refere às operações <span class="GramE">subsequentes .</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Contribuinte Substituído</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">É aquele que  tem o imposto devido relativo às operações e prestações de serviços pago pelo  contribuinte substituto.</span></span></p>
<h1 style="margin-left:0;margin-right:0;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Responsável</span></span></strong></h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">O  contribuinte que receber, de dentro ou de fora do Estado, mercadoria sujeita à  substituição tributária, sem que tenha sido feita a retenção total na operação  anterior, fica solidariamente responsável pelo recolhimento do imposto que  deveria ter sido retido.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Na hipótese  de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações  antecedentes, o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago  pelo responsável quando:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– da entrada ou recebimento da  mercadoria ou serviço;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– da saída subsequente por ele  promovida, ainda que <span class="GramE">isenta</span> ou não-tributada;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">c)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– ocorrer qualquer saída ou  evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do  imposto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Quando se aplica</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">O regime da  sujeição passiva por substituição tributária aplica-se nas operações internas e  interestaduais em relação às operações subsequentes a serem realizadas pelos  contribuintes substituídos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Ressalte-se  que, nas operações interestaduais, em relação a algumas mercadorias, a sujeição  ocorre, também, quanto às entradas para uso e consumo ou ativo imobilizado desde  que o destinatário das mercadorias seja contribuinte do ICMS e nestes casos não  incidirá na operação a margem presumida, pré-definida pelo Governo, na base de  cálculo do regime da ST. (Arts. 6º e 9º, parágrafo 2º, da Lei Complementar nº  87/96<span class="GramE">)</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Quando não se aplica</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Não se  aplica a <span class="GramE">Substituição Tributária :</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– às operações que destinem  mercadorias a sujeito passivo por substituição da mesma mercadoria. Ex.: saída  de fabricante de lâmpada para outra indústria de lâmpada;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– às transferências para outro  estabelecimento, exceto varejista, do sujeito passivo por substituição, hipótese  em que a responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto recairá sobre  o estabelecimento que promover a saída da mercadoria com destino a empresa  diversa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">c)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– na saída para consumidor  final, salvo se a operação for interestadual e o destinatário contribuinte do  ICMS, uma vez que, como me referi no subitem acima, alguns Protocolos/Convênios  que dispõe sobre o regime da Substituição Tributária atribuem a responsabilidade ao remetente em  relação à entrada para uso e consumo ou ativo imobilizado, ou seja, em relação  ao diferencial de alíquotas. (No caso específico de lâmpadas os Estados de BA e  PR não exigem a Substituição Tributária mesmo se o destinatário for contribuinte do ICMS);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">d)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– à operação que destinar  mercadoria para utilização em processo de industrialização.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="GramE"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Mercadorias sujeitas</span></span></strong></span><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span style="font-weight:bold;"> </span></strong></span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" align="justify"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Entre as  mercadorias cuja sujeição nas operações foi determinada por Convênios/Protocolos  subscritos por todos os Estados e/ou por uma maioria podemos <span class="GramE"> citar </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– fumo;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– tintas e vernizes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">c)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– motocicletas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">d)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– automóveis;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">e)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– pneumáticos;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">f)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– cervejas, refrigerantes,  chope, água e gelo;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">g)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– cimento;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">h)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– combustíveis e  lubrificantes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">i)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– material elétrico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Existem,  também, mercadorias que foram objetos de Protocolo subscrito apenas por algumas  Unidades da Federação que estão sujeitas ao regime da substituição tributária  apenas em operações interestaduais:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– discos e fitas virgens e  gravadas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– bateria;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">c)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– pilhas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">d)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– lâminas de barbear;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">e)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– cosméticos;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">f)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– materiais de construção.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Base de cálculo (BC)</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">A Lei  Complementar nº 87/96 em seu artigo 8º, ao tratar do regime de sujeição passiva  por substituição, determina que a base de cálculo <span class="GramE">será</span> o valor correspondente ao preço de venda a consumidor acrescido do valor do  frete, IPI e demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário, bem como  a parcela resultante da aplicação (sobre esse total) do percentual de valor  agregado (margem de lucro). Esse percentual é estabelecido em cada caso de  acordo com as peculiaridades de cada mercadoria.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">BC = (Valor  mercadoria + frete + IPI + outras despesas) x margem de lucro</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Margem de valor agregado</span></span></strong></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2" align="justify"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">A margem de  valor agregado será determinada com base em preços usualmente praticados no  mercado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem ou através de  informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos  setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados. A mercadoria  submetida ao regime de substituição tributária em operação interestadual terá a  margem de valor agregado estabelecida em Convênio ou Protocolo.</span><span style="font-size:12pt;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> <span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-weight:bold;font-size:12pt;">Forma de cálculo</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Como o  contribuinte substituto pratica o fato gerador ao promover a saída das  mercadorias de seu estabelecimento e, pela sistemática do regime, paga o ICMS em  relação aos fatos geradores <span class="GramE">futuros praticados pelos  contribuintes substituídos, sabemos</span> que este terá:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">a)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– o ICMS da operação própria;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">b)</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span><span style="font-family:Times New Roman;">– o ICMS das operações  subsequentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;"> Consideramos, para fins de exemplificação, uma operação realizada por um  fabricante de lâmpadas estabelecido no Estado do Rio de Janeiro com destino a um  cliente localizado no Estado do Rio de Janeiro, cujo valor da venda é de R$  1.000,00 e com IPI calculado a uma alíquota de 15%, teremos:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">.ICMS da  operação própria – R$ 1.000,00 x 19% (origem RJ destino RJ) = R$ <span class="GramE">190,00</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">.Base  cálculo da ST – R$ 1.000,00 + R$ 150,00 (IPI) + 40% (margem de valor agregado) =  R$ <span class="GramE">1.610,00</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">R$ 1.610,00  x 19% (alíquota interna praticada no Estado do RJ) = R$ 305,90</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">Como, de  conformidade com o citado, o valor do imposto substituição será a diferença  entre o calculado de acordo com o estabelecido no subitem “Base de cálculo” e o  devido pela operação normal do estabelecimento que efetuar a substituição  tributária, <span class="GramE">teremos :</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">R$ 305,90 –  R$ 190,00 = <strong> <span style="font-weight:bold;background-image:none;background-repeat:repeat;background-attachment:scroll;background-position:0 50%;"> R$ 115,90</span></strong> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;">O  ICMS-Substituição (ICMS-ST), também denominado imposto retido, ao contrário do  ICMS normal, que se encontra embutido no preço, será cobrável “por fora” do  destinatário, como permitem os Convênios e Protocolos específicos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin-bottom:0;margin-top:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-size:12pt;font-style:italic;">Alexandre  Galhardo é Consultor Fiscal-Tributário</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin-bottom:0;margin-top:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-size:12pt;font-style:italic;"> <span class="SpellE">Cittá</span> Work Consultores Associados<span class="GramE"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin-bottom:0;margin-top:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <span style="font-size:12pt;font-style:italic;"> <span class="GramE">e-mail</span>: <a href="mailto:alexandre.galhardo@click21.com.br"> alexandre.galhardo@click21.com.br</a></span></span></p>
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			<media:title type="html">Sérgio Queiroz</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Substituição Tributária</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/05/14/substituicao-tributaria/</link>
		<comments>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/05/14/substituicao-tributaria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 13:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Substituição tributária é um mecanismo de arrecadação de tributos utilizado pelo governo brasileiro. Ele atribui ao contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pelo seu cliente. A substituição será recolhida pelo contribuinte e posteriormente repassada ao governo.
Esse procedimento é notadamente utilizado na cobrança do ICMS (sendo conhecido como ICMS/ST), embora também esteja previsto na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=28&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Substituição tributária</strong> é um mecanismo de arrecadação de tributos utilizado pelo governo brasileiro. Ele atribui ao contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pelo seu cliente. A substituição será recolhida pelo contribuinte e posteriormente repassada ao governo.</p>
<p>Esse procedimento é notadamente utilizado na cobrança do <span class="mw-redirect">ICMS</span> (sendo conhecido como <em>ICMS/ST</em>), embora também esteja previsto na regulamentação do <span class="mw-redirect">IPI</span>. A incidência da substituição tributária é definida a depender do produto.</p>
<p>A substituição tributária é utilizada para facilitar a fiscalização dos tributos &#8220;plurifásicos&#8221;, ou seja, os tributos que incidem várias vezes no decorrer da cadeia de circulação de uma determinada mercadoria ou serviço.</p>
<p>Pelo sistema de substituição tributária, o tributo plurifásico passa a ser recolhido de uma só vez, como se o tributo fosse monofásico.</p>
<table id="toc" class="toc" border="0" summary="Índice">
<tbody>
<tr>
<td>
<div id="toctitle">
<h2>Índice</h2>
</div>
<ul>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">1</span> <span class="toctext">Espécies</span></li>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">2</span> <span class="toctext">Críticas</span></li>
<li class="toclevel-1"><span class="tocnumber">3</span> <span class="toctext">Cálculo da Substituição Tributária</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a id="Esp.C3.A9cies" name="Esp.C3.A9cies"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Espécies</span></h2>
<p>Há várias espécies de substituição tributária: a substituição para frente, a substiuição para trás (ou diferimento), e a substituição propriamente dita.</p>
<p>Na primeira hipótese (substituição para frente), o tributo relativo a fatos geradores que deverão ocorrer posteriormente é arrecadado de maneira antecipada, sobre uma base de cálculo presumida. Assim, à guisa de exemplo, o estabelecimento industrial que vende certo produto, recolhe o tributo devido por ele mesmo, e também o tributo que seria devido pelo distribuidor e pelo varejista. Para proceder ao cálculo, o Estado deve divulgar uma base de cálculo presumida, segundo critérios definidos em lei. Essa base de cálculo deve observar a realidade de cada mercado, para fins de determinar o preço final praticado em cada operação.</p>
<p>Na <span class="mw-redirect">substituição</span> para trás, ou diferimento, o que ocorre é justamente o contrário. Apenas a última <span class="mw-redirect">pessoa</span> que participa da cadeia de circulação da <span class="mw-redirect">mercadoria</span> é que paga o tributo, de maneira integral, inclusive relativamente às operações anteriormente praticadas e/ou seus resultados.</p>
<p>Já na substitução pura e simples, o contribuinte em determinada operação ou prestação é substituído por outro que participa do mesmo negócio jurídico. Este é o caso, por exemplo, do industrial que paga o tributo devido pelo prestador que lhe provém o serviço de transporte.</p>
<p>Os valores recolhidos a título de <strong>substituição tributária</strong> são considerados definitivos, a não ser que o fato gerador presumido não se realize, hipótese em que o contribuinte poderá pedir restituição do tributo.</p>
<p><a id="Cr.C3.ADticas" name="Cr.C3.ADticas"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Críticas</span></h2>
<p>Críticos dizem que a substituição tributária é uma mera técnica de arrecadação, que se estabelece pelo deslocamento da responsabilidade pelo pagamento do tributo. O substituto tributário paga o tributo devido pela operação do substituído. A hipótese de incidência do tributo, porém, permanece a mesma. Tanto é assim que a Constituição menciona um fato gerador presumido, a ser realizado pelo substituído. A substituição tributária facilita também a fiscalização, pois centraliza a responsabilidade.</p>
<p>O contribuinte passa a ser depositário da quantia devida por esse cliente, hipótese em que o contribuinte assumirá a condição de substituto tributário.</p>
<p>A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações, sejam antecedentes, concomitantes ou subseqüentes, inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e <span class="mw-redirect">serviços</span> a consumidor final localizado em outro Estado, que seja contribuinte do imposto.</p>
<p>A atribuição de responsabilidade dá-se em relação a <span class="new">mercadorias</span> ou serviços previstos em lei de cada Estado.</p>
<p>É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária, correspondente ao fato gerador presumido, que não se realizar.</p>
<p><a id="C.C3.A1lculo_da_Substitui.C3.A7.C3.A3o_Tribut.C3.A1ria" name="C.C3.A1lculo_da_Substitui.C3.A7.C3.A3o_Tribut.C3.A1ria"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Cálculo da Substituição Tributária</span></h2>
<p>Supondo, por exemplo, uma mercadoria de R$ 1,00, com origem no estado do Rio de Janeiro, e que vá ser vendida em São Paulo. Se sob essa operação incidir substituição tributária na cobrança do ICMS, o governo estipulará uma pauta (isto é, um valor presumido de revenda &#8211; por exemplo, R$ 2,00). Supondo que sob a operação interestadual entre SP e RJ incida uma alíquota de ICMS de 12%, e sob a operações intraestaduais em SP incidam uma alíquota de 18%, o total de ICMS será calculado da seguinte maneira:</p>
<dl>
<dd>Total-ICMS = Valor-de-venda*ICMS interestadual + Valor-da-pauta*ICMS intraestadual</dd>
</dl>
<p>No nosso exemplo, os números seriam os seguintes:</p>
<dl>
<dd>Total-ICMS Normal = (R$1,00 * 12%) = 0,12</dd>
<dd>Total-ICMS Substituição =(R$2,00 * 18%) = 0,36</dd>
</dl>
<p>Como o ICMS é calculado como um debito e credito, ficaria assim o valor recolhido:</p>
<pre> 0,36 - (0,12) = R$ 0,24,
 pois ao ICMS Substituido se deduz o ICMS pago Normalmente.</pre>
<p>Esse valor seria lançado na Nota Fiscal, e cobrado do cliente por duplicata.</p>
<p>Caso o emissor da Nota Fiscal não pague o <span class="mw-redirect">ICMS</span> (R$ 0,12) no prazo, ela será tachado de inadimplente. Caso ela não pague o <span class="mw-redirect">ICMS</span> substitutivo (R$ 0,24) no prazo, além de inadimplente, ele será processado como depositário infiel, estando seus responsáveis sujeitos até à prisão. A responsabilidade do emissor inadepende da solvência do seu cliente, ou seja, ele será considerado depositário infiel ainda que seu cliente não tenha pago a nota emitida.</p>
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			<media:title type="html">Sérgio Queiroz</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Universo de Atuação</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/03/04/universo-de-atuacao/</link>
		<comments>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/03/04/universo-de-atuacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 13:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[SPED]]></category>
		<category><![CDATA[SPED Fiscal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://equipefiscal.wordpress.com/?p=27</guid>
		<description><![CDATA[A maioria dos contribuintes já se utiliza dos recursos de informática para efetuar tanto a escrituração fiscal como a contábil, as imagens em papel simplesmente reproduzem as informações oriundas do meio eletrônico.
A facilidade de acesso à escrituração, ainda que não disponível em tempo real, amplia as possibilidades de seleção de contribuintes e, quando da realização [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=27&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div align="justify">A maioria dos contribuintes já se utiliza dos recursos de informática para efetuar tanto a escrituração fiscal como a contábil, as imagens em papel simplesmente reproduzem as informações oriundas do meio eletrônico.</div>
<p>A facilidade de acesso à escrituração, ainda que não disponível em tempo real, amplia as possibilidades de seleção de contribuintes e, quando da realização de auditorias, gera expressiva redução no tempo de sua execução.</p>
<p>Universo de Atuação:<br />
<a href="#sc">       Sped – Contábil</a></p>
<p><a href="#sf">        Sped – Fiscal</a></p>
<p><a href="#nf">        NF-e – Ambiente Nacional</a></p>
<div align="justify"></div>
<p><a title="sc" name="sc"></a> <b>1.1	Sped – Contábil</b></p>
<div align="justify"></div>
<p>A legislação tributária federal exige que, além do Livro Diário, o contribuinte escriture o Livro Razão. Obriga, também, as pessoas jurídicas não optantes pelo Simples a apresentarem os arquivos eletrônicos que representem a Contabilidade.</p>
<p>A legislação previdenciária federal também exige a apresentação de arquivos que representem a Contabilidade, mas em formato diferente do previsto na legislação fiscal.</p>
<p>Dessa forma, são quatro formas distintas de representar uma mesma realidade, sujeitas a formalidades distintas:</p>
<p><b>Livro Diário</b>: escrituração em papel; lançamentos em ordem cronológica; termos de abertura e encerramento; transcrição das demonstrações contábeis.</p>
<p><b>Livro Razão</b>: escrituração em papel; lançamentos em ordem de conta e data;</p>
<p><b>Arquivos eletrônicos em dois formatos distintos</b> compostos, basicamente, por plano de contas, lançamentos e saldos.</p>
<p>Nos arquivos eletrônicos atualmente entregues, em cerca de 90% dos casos, constata-se que eles representam de forma adequada a escrituração em papel e, a partir do mesmo conjunto de arquivos, pode-se “gerar” os Livros Diário e Razão.</p>
<p>Desse cenário geral, temos:</p>
<p>-	Baixa produtividade na execução da auditoria;</p>
<p>-	Informações declaratórias não confiáveis;</p>
<p>-	Facilidade de simulação de transações comerciais;</p>
<p>-	Dificuldade na execução dos controles;</p>
<p>-	Falta de compatibilidade entre os dados econômico-fiscais dos contribuintes;</p>
<p>-	Indisponibilidade de informação das transações comerciais em tempo hábil;</p>
<p>-	Dificuldade de disponibilizar, compartilhar e trocar de informações;</p>
<p>-	Alto custo de impressão, manipulação e armazenamento de livros da escrituração comercial;</p>
<p>-	Dificuldade no cumprimento de obrigações acessórias;</p>
<p>-	Falta de padronização de obrigações acessórias entre os Estados/SRF;</p>
<p>-	 Extravio de livros fiscais como instrumento para obstruir o desenvolvimento da ação fiscal;</p>
<p>-	Dificuldades em rastrear operações dissimuladas.</p>
<p>O Sped Contábil visa à substituição da emissão de livros contábeis (Diário e Razão) em papel pela sua existência apenas digital. Os livros Diário e Razão serão gerados a partir de um mesmo conjunto de informações digitais.</p>
<p>A solução abrange os fiscos federal, estaduais, futuramente municipais, DNRC, CFC, Banco Central, SUSEP, CVM e contribuintes que irão fornecer informações para a composição da base dados.</p>
<p>A entrega (autenticação) dos livros deverá seguir a periodicidade  atual.</p>
<p>Para o Sped Contábil está sendo construído um programa para validação e transmissão do arquivo com a escrituração contábil. Esse aplicativo também exibirá na tela a contabilidade da empresa, nos formatos de diário ou razão, e as Demonstrações Contábeis.</p>
<p>O arquivo deverá ser assinado digitalmente pelo empresário ou representante legal da sociedade empresária e pelo contabilista responsável pela escrituração. O aplicativo conterá, também, funcionalidades para a realização das assinaturas digitais.</p>
<p>Depois de assinado, o arquivo será encaminhado para o Sped que disponibilizará para as Juntas Comerciais as informações necessárias à autenticação. A Junta Comercial fará uma série de validações próprias e depois autenticará o livro entregue. Essa informação de autenticação é fornecida ao titular da escrituração por intermédio do Sped por meio de consulta à Internet.</p>
<p>Depois de recebida, a escrituração contábil é armazenada em um banco de dados que irá permitir que os órgãos parceiros do Sped obtenham cópias integrais do arquivo. O titular da escrituração poderá, pela Internet, ter conhecimento de qual órgão teve acesso a sua escrituração.</p>
<p>Uma vez transmitido, qualquer pessoa que tiver o arquivo, poderá verificar a autenticidade da escrituração contábil da empresa e visualizar e imprimir a escrituração.</p>
<p>Já foram homologados e em breve entrarão em produção os seguintes aplicativos:</p>
<p>-  Programa Validador e Assinador &#8211; PVA;</p>
<p>-  Receitanet com as adaptações necessárias à transmissão de grandes arquivos;</p>
<p>-   Ferramenta de download (disponível somente para as Juntas Comerciais);</p>
<p>-  Consulta, pelos titulares da escrituração, dos downloads realizados;</p>
<p>-  Ferramenta para permitir que as Juntas Comerciais, como contingência, realizem suas atividades através da internet.</p>
<p>Próximas etapas:</p>
<p>-  Assinatura de Convênio com o DNRC e Juntas Comerciais para viabilizar a entrada em produção do Sped Contábil;</p>
<p>-  Assinatura de Convênio entre as administrações tributárias para acesso às escriturações;</p>
<p>-   Elaboração de aplicativo para permitir que as Juntas Comerciais visualizem a escriturações, sem necessidade de download;</p>
<p>-  Inclusão das sociedades simples.</p>
<p><a title="sf" name="sf"></a> <b>1.2 Sped – Fiscal</b></p>
<p>Via de regra, uma empresa não se utiliza da escrituração em papel em seus controles. Recorre aos arquivos eletrônicos que a representam para buscar as informações de que necessita. Os registros em papel derivam de exigências legais e sua geração, autenticação e armazenamento são tarefas meramente burocráticas, sem grande utilidade no dia-a-dia das empresas.</p>
<p>Atualmente, as informações requeridas pelo fisco são fornecidas por meio de um grande número de demonstrações em meio eletrônico e diferentes leiautes, o que acarreta um aumento de obrigações acessórias ao contribuinte.</p>
<p>Com o Sped contábil e fiscal implantados, a empresa que utilizá-los estará dispensada de apresentar grande parte das informações fornecidas na DIPJ (Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica) e outras obrigações acessórias relativas a outros tributos (IPI, PIS/COFINS, etc) no âmbito federal.</p>
<p>Abaixo estão listadas algumas das obrigações acessórias que os contribuintes são atualmente obrigados pelos fiscos a entregar e que poderão ser incorporados pelo Sped:</p>
<p>-	Informações do ICMS</p>
<p>Guias informativas anuais</p>
<p>Livros de Escrita Fiscal</p>
<p>Arquivos do Convênio ICMS 57/95</p>
<p>-	Informações do IPI na DIPJ</p>
<p>- Detalhamento da origem do crédito no PER/DCOMP (Pedido Eletrônico de Ressarcimento ou Restituição / Declaração de Compensação), no caso de Ressarcimento de IPI.</p>
<p>-	Coleta de dados em arquivos digitais pelo sistema SINCO (Sistema Integrado de Coleta).</p>
<p>-	 DNF &#8211; Demonstrativo de Notas Fiscais</p>
<p>-	DCP – Declaração do Crédito Presumido do IPI</p>
<p>-	DE – Demonstrativo de Exportação</p>
<p>-	DIF  (Bebidas, Cigarros e Papel Imune)</p>
<p>- Arquivos digitais dos produtos do capítulo 33 da TIPI (Obrigação acessória específica para os estabelecimentos industriais de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria cuja receita bruta com a venda desses produtos seja igual ou superior a 100 milhões)</p>
<p>- 	Arquivo com balancetes mensais das instituições financeiras obrigado pelo BACEN e denominado arquivo 4010;</p>
<p>-	Arquivo de demonstrações trimestrais entregue à CVM denominado ITR;</p>
<p>-	Arquivo com balancetes mensais das seguradoras obrigadas pela Susep;</p>
<p><a title="nf" name="nf"></a> <b>1.3	NF-e – Ambiente Nacional</b></p>
<p>A integração e a cooperação entre Administrações Tributárias têm sido temas muito debatidos em países federativos, especialmente naqueles que, como o Brasil, possuem forte grau de descentralização fiscal.</p>
<p>Atualmente, as Administrações Tributárias despendem grandes somas de recursos para captar, tratar, armazenar e disponibilizar informações sobre a emissão de notas fiscais dos contribuintes. Os volumes de transações efetuadas e os montantes de recursos movimentados crescem num ritmo intenso e, na mesma proporção, aumentam os custos inerentes à necessidade do Estado de detectar e prevenir a evasão tributária.</p>
<p>Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de investimento público voltado para integração do processo de controle fiscal, possibilitando:</p>
<p>- Melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;</p>
<p>- Redução de custos e entraves burocráticos, facilitando o cumprimento das obrigações tributárias e o pagamento de impostos e contribuições;</p>
<p>- Fortalecimento do controle e da fiscalização.</p>
<p>O projeto possibilitará os seguintes benefícios e vantagens às partes envolvidas:</p>
<p>-	Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal;</p>
<p>- Melhoria no processo de controle fiscal, possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos;</p>
<p>- Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito;</p>
<p>- Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação;</p>
<p>- Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais;</p>
<p>- Fortalecimento da integração entre os fiscos, facilitando a fiscalização realizada pelas Administrações Tributárias devido ao compartilhamento das informações das NF-e;</p>
<p>-	Rapidez no acesso às informações;</p>
<p>-	 Eliminação do papel;</p>
<p>-	Aumento da produtividade da auditoria através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos;</p>
<p>-	Possibilidade do cruzamento eletrônico de informações.</p>
<h6> Fonte: Receita Federal &#8211;    Última atualização: 18/02/2008.</h6>
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		<title>Downloads</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[SPED Fiscal]]></category>

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		<description><![CDATA[                 Emenda Constitucional no 42/2003
                 Visualizador da Nota Fiscal Eletrônica
              [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=26&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/emenda0422003.htm" target="_blank">                 Emenda Constitucional no 42/2003</a></p>
<p><a href="http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/visualizador.aspx" target="_blank">                 Visualizador da Nota Fiscal Eletrônica</a></p>
<p><a href="http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/assinador.aspx" target="_blank">                 Assinador da Nota Fiscal Eletrônica</a></p>
<div class="textoPagina"></div>
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<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"><b>Apresentações 2o Seminário SPED/Apresentações (Porto Alegre – 19/10/2006): </b></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"> · <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/ApresentacaoPortoAlegreSPED.ppt" target="_blank">                 Apresentação Porto Alegre SPED</a>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/ApresentacaoPortoAlegreSPEDInformaticadia19102006.ppt">                 Apresentação Porto Alegre SPED Informática dia 19102006</a>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/CertisignNFeV4.ppt" target="_blank">                 Certisign &#8211; NFe-V4</a>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/DesafiosDesenvInterno.ppt" target="_blank">                 DesafiosDesenvInterno</a>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/INSTITUCIONALSUCESURS2006.ppt" target="_blank">                 INSTITUCIONAL SUCESU-RS 2006 </a>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/NFETICSRFPOA19102006.ppt" target="_blank">                 NFE &#8211; TIC &#8211; SRF &#8211; POA -19102006 </a></p>
<p>· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/souzacruzsped191006RS.ppt" target="_blank">                 Souza Cruz Sped &#8211; 191006 RS  </a></div>
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"><b>Apresentação Sped na Febrafarma (São Paulo &#8211; 28/05/2007) </b></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"> · <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/SpedFebrafarma28052007.pps" target="_blank">                 Forma de Integração com o Projeto</a></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina">· <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/Sped28maio2007.pps">                 Apresentação Institucional</a></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"><b>Apresentação Sped na Anfavea e Sindipeças (São Paulo &#8211; 12/07/2007)  </b></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"> · <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/Sped12julho2007Anfavea_e_Sindipe%C3%A7as_Completa.pps" target="_blank">                 Apresentação Institucional</a></div>
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina">
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina"><b>Apresentação </b><b>Sped na ABRASCA (São Paulo &#8211; 23/08/2007)</b></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"> · <a href="http://www1.receita.fazenda.gov.br/Sped/Downloads/Sped23agosto2007_ABRASCA.pps" target="_blank">                 Apresentação Institucional</a></div>
<div style="margin-left:20px;" class="textoPagina"></div>
</div>
<div class="textoPagina"></div>
<div class="textoPagina">
<h6><font><font color="#999999"><span>Fonte: </span>Receita Federal (18/02/2008)</font></font></h6>
</div>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/equipefiscal.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/equipefiscal.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/equipefiscal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/equipefiscal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/equipefiscal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/equipefiscal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/equipefiscal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/equipefiscal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/equipefiscal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/equipefiscal.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/equipefiscal.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/equipefiscal.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=26&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Escrituração Fiscal Digital (EFD) é adiada</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/02/21/escrituracao-fiscal-digital-efd-e-adiada/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 21:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[SPED Fiscal]]></category>

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		<description><![CDATA[A obrigatoriedade da entrega da EFD para os contribuintes de ICMS e IPI foi adiada para janeiro de 2009, conforme consta da publicação do Ato Cotepe/ICMS nº 20, de 27 de dezembro de 2007, que alterou o art. 3º do Ato Cotepe/ICMS 11/07, que dispõe sobre as especificações técnicas para a geração de arquivos da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=25&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span>A obrigatoriedade da entrega da EFD para os contribuintes de ICMS e IPI foi adiada para janeiro de 2009, conforme consta da publicação do Ato Cotepe/ICMS nº 20, de 27 de dezembro de 2007, que alterou o art. 3º do Ato Cotepe/ICMS 11/07, que dispõe sobre as especificações técnicas para a geração de arquivos da EFD, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2009. </span></p>
<p align="justify">A<span>pesar do adiamento, ainda no primeiro semestre, daremos início ao projeto-piloto com as empresas sediadas nos estados de MG e SP em parceria com a SEF/MG e a Sefaz/SP. Na mesma época, deverão ser divulgados o Guia do Usuário, para facilitar o entendimento e as informações necessárias para o seu cumprimento, e o Programa Validador e Assinador (PVA) da EFD. Para o segundo semestre, deverá ser incorporado ao programa validador o módulo de digitação e alteração de dados. </span></p>
<h6><font color="#999999"><span>Fonte: </span>Receita Federal (18/02/2008)</font></h6>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/equipefiscal.wordpress.com/25/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/equipefiscal.wordpress.com/25/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/equipefiscal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/equipefiscal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/equipefiscal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/equipefiscal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/equipefiscal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/equipefiscal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/equipefiscal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/equipefiscal.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/equipefiscal.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/equipefiscal.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=25&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Secretarias de Fazenda</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/02/18/secretarias-de-fazenda/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 14:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://equipefiscal.wordpress.com/2008/02/18/secretarias-de-fazenda/</guid>
		<description><![CDATA[Secretaria-Executiva do Confaz
Setor de Autarquias Sul, Quadra 06, Bloco &#8220;O&#8221;
Edifício Órgãos Centrais, 9º andar
Fone: (61) 3412.5955 e 3412.5957
Fax: (61) 3412.5919
CEP 70.070-100 &#8211; Brasília, DF
E-mail: confaz.df@fazenda.gov.br
 
Secretaria da Fazenda do Estado do Acre
Secretaria da Fazenda do Estado de Alagoas
Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá
Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas
Secretaria da Fazenda do Estado da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=18&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Secretaria-Executiva do Confaz</span></b><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Setor de Autarquias Sul, Quadra 06, Bloco &#8220;O&#8221;<br />
Edifício Órgãos Centrais, 9º andar<br />
Fone: (61) 3412.5955 e 3412.5957<br />
Fax: (61) 3412.5919<br />
CEP 70.070-100 &#8211; Brasília, DF<br />
E-mail: </span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="mailto:cotepe@fazenda.gov.br"><span>confaz.df@fazenda.gov.br</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.ac.gov.br/sefaz/index1.html" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Acre</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.al.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Alagoas</span></b></a></span><span></span></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.ap.gov.br/" target="_blank"><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Amapá</span></a></span></b><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.am.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.ba.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.ce.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.fazenda.df.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda e Planejamento do Distrito Federal</span></b></a></span><span> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.es.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo</span></b></a></span><span></span></p>
<p style="margin-left:0.35pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.go.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás</span></b></a></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><a href="http://www.sefaz.ma.gov.br/" target="_blank"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Gerência da Receita Estadual do Maranhão</span></b></a><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.mt.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Mato Grosso</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.ms.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria de  Estado de Fazenda do Mato Grosso do Sul</span></b></a></span><span></span></p>
<p style="margin-left:0.35pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.fazenda.mg.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda  do Estado de Minas Gerais</span></b></a></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefa.pa.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Pará</span></b></a></span><span></span></p>
<p style="margin-left:0.35pt;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.receita.pb.gov.br/" target="_blank"><span>Secretaria das Finanças do Estado da Paraíba</span></a></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.fazenda.pr.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Paraná</span></b></a></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.pe.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco</span></b></a></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.pi.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sef.rj.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.set.rn.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Tributação do Estado do Rio Grande do Norte</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.rs.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefin.ro.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria de Finanças do Estado de Rondônia</span></b></a></span><span></span></p>
<p><b><u><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:blue;"><a href="http://www.sefaz.rr.gov.br/" target="_blank"><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Roraima</span></a></span></u></b><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sef.sc.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina</span></b></a></span><span></span></p>
<p><b><u><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;color:blue;">S</span></u></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.fazenda.sp.gov.br/" target="_blank"><b><span>ecretaria da Fazenda do Estado de São Paulo</span></b></a></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.se.gov.br/" target="_blank"><b><span>Secretaria da Fazenda do Estado de Sergipe</span></b></a></span><span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.sefaz.to.gov.br/" target="_blank"><b>Secretaria da Fazenda do Estado de Tocantins</b></a></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>TEC &#8211; Tarifa Externa Comum</title>
		<link>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/02/18/tec-tarifa-externa-comum/</link>
		<comments>http://equipefiscal.wordpress.com/2008/02/18/tec-tarifa-externa-comum/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 14:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>

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		<description><![CDATA[Disponibilização das alíquotas do Imposto de Importação incidentes por ocasião das entradas de mercadorias no País, a ser aplicada de acordo com o respectivo código NCM/SH.
Legislação
Tarifa Externa Comum &#8211; TEC, completa, em Word
Como previsto no Tratado de Assunção, a partir de 01/01/95, os quatro Estados Partes do MERCOSUL adotaram a Tarifa Externa Comum (TEC), com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=equipefiscal.wordpress.com&blog=2896440&post=16&subd=equipefiscal&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Disponibilização das alíquotas do Imposto de Importação incidentes por ocasião das entradas de mercadorias no País, a ser aplicada de acordo com o respectivo código NCM/SH.</p>
<p><a title="TEC - Tarifa Exterma Comum" href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/TabelaTec/Introducao.htm" target="_blank">Legislação</a></p>
<p><a href="http://www.adrive.com/public/644e7bab914e09b0f7e4af5ad14fb45852b961654aae6ef612d2fc24b6dd81f4.html" target="_blank"><strong>Tarifa Externa Comum &#8211; TEC, completa, em Word</strong></a></p>
<p align="justify">Como previsto no Tratado de Assunção, a partir de 01/01/95, os quatro Estados Partes do MERCOSUL adotaram a Tarifa Externa Comum (TEC), com base na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM), com os direitos de importação incidentes sobre cada um desses itens.</p>
<p align="justify">Segundo as diretrizes estabelecidas, desde 1992, a TEC deve incentivar a competitividade dos Estados Partes e seus níveis tarifários devem contribuir para evitar a formação de oligopólios ou de reservas de mercado. Também foi acordado que a TEC deveria atender aos seguintes critérios: a) ter pequeno número de alíquotas; b) baixa dispersão; c) maior homogeneidade possível das taxas de promoção efetiva (exportações) e de proteção efetiva (importação); d) que o nível de agregação para o qual seriam definidas as alíquotas era de seis dígitos.</p>
<p align="justify">A aprovação da TEC também incluiu alguns mecanismos de ajuste das tarifas nacionais, através de Listas de Exceções, com prazos definidos para convergência aos níveis da TEC.</p>
<p align="justify">A TEC foi implantada no Brasil pelo Decreto 1.343, de 23/12/94, e a legislação que efetuou alterações no Brasil está indicada no arquivo a seguir:</p>
<p align="justify">TEC &#8211; <a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202412214.xls" target="_blank">LEGISLAÇÃO NO BRASIL</a></p>
<p align="justify">A partir de 01/01/2007, entrou em vigor no Brasil a nova versão da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) adaptada à IV Emenda do Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias, aprovada pelo Conselho de Cooperação Aduaneira (SH-2007).</p>
<p align="justify">A adaptação à IV Emenda do Sistema Harmonizado, assim como a correspondente Tarifa Externa Comum (TEC), foi aprovada pelo Grupo Mercado Comum, por sua Resolução 70/06, e publicada no Brasil pela Resolução CAMEX 43, de 22/12/2006. Esta Resolução da CAMEX incorporou também as modificações da NCM e da TEC decididas no âmbito do Mercosul pelas Resoluções GMC 42/06 e 68/06.</p>
<p align="justify"><span style="font-size:10pt;font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:10pt;color:red;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:Verdana;color:#333333;"></span></span></span></span>Importa destacar que de 1997 até 31/12/2003, houve um acréscimo temporário nas alíquotas da Tarifa Externa Comum, que se iniciou em 3 pontos percentuais em 1997, depois reduzido para 2,5 pontos percentuais a partir de 01/01/2001, e de 1,5 ponto percentual a partir de 01/01/2002, conforme Decisões do Conselho do Mercado Comum 15/97, 67/00, 06/01 e 21/02.</p>
<p align="justify"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:Verdana;">Com base na <a class="icodoc" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1198866571.doc" target="_blank">Decisão CMC 59/07</a>, permanece autorizada, até 31/12/2010, a manutenção de lista de exceções à TEC, para Brasil e Argentina, com 100 códigos tarifários até 31/12/2008, reduzindo gradativamente o número de códigos a partir de 01/02/2009. a qual pode ser alterada a cada seis meses, em até 20% dos códigos. Pelas Decisões CMC 39/05, 13/06, 27/06 e <a class="icodoc" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1198866605.doc" target="_blank">61/07</a>, foi autorizado adotar, de 2006 até 31/12/2008, alíquotas diferenciadas para Bens de Informática e Telecomunicações (BIT).</span></span></span></p>
<p align="justify">Para facilitar a tarefa dos operadores comerciais, disponibiliza-se a TEC completa em Word e em Excel, e, também as seguintes listas:</p>
<p align="justify">Lista de Exceções à TEC &#8211; lista brasileira de exceções à TEC, cujas alíquotas estão assinaladas com o sinal &#8220;#&#8221; na TEC.</p>
<p align="justify">Lista de Exceções à TEC para Bens de Informática e Telecomunicações – lista brasileira de exceções para alguns códigos de BIT, cujas alíquotas estão assinaladas com o sinal &#8220;§&#8221; na TEC.</p>
<p align="justify">Reduções temporárias por questões de desabastecimento &#8211; lista de códigos NCM que estão com redução de tarifas de importação, no âmbito da Resolução GMC 69/00, cujas alíquotas assinalamos com o símbolo &#8220;**&#8221;, em coluna específica criada nas versões da TEC em Excel.</p>
<p align="justify">Universo de BK e BIT &#8211; listas indicando os códigos que o Mercosul classifica como Bens de Capital (BK) e Bens de Informática e de Telecomunicações (BIT) . No Universo de BIT, passamos a incluir uma categorização de Bens finais, Partes e peças e Componentes, proposta pelo Brasil aos demais parceiros do Mercosul.</p>
<p align="justify">Universo Automotivo &#8211; listas indicando os códigos que o Mercosul classifica como integrantes da Política Automotiva do Mercosul , incluindo Veículos e Partes e Peças. A correlação para o SH-2007 foi efetuada pelo DEINT/SECEX/MDIC. Cabe destacar que alguns códigos indicados como Partes e Peças não são exclusivos do Setor Automotivo.</p>
<p align="justify">Adicionalmente, disponibiliza-se arquivos mais operativos em Excel, em três versões da TEC contendo somente os códigos NCM de 8 dígitos, sendo uma em português, uma em espanhol e uma com tradução para inglês, feita pelo DEINT/SECEX/MDIC (não oficial).</p>
<p align="justify"><span style="color:#ff6600;">Arquivos </span></p>
<p><strong></strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202325111.zip" target="_blank">TEC em Excel &#8211; português &#8211; códigos, descrições e alíquotas</a></li>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202324945.zip" target="_blank">TEC em Excel &#8211; espanhol &#8211; códigos, descrições e alíquotas</a></li>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202324980.zip" target="_blank">TEC em Excel &#8211; inglês &#8211; códigos, descrições e alíquotas</a></li>
<li><a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202388875.xls" target="_blank">Lista de exceções à TEC;</a></li>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1196195627.zip" target="_blank">Lista de Exceções de BIT; </a></li>
<li><a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1201715801.xls" target="_blank">LISTA III &#8211; Perfurações da TEC</a></li>
<li><a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1198868572.xls" target="_blank">Universo de BK e BIT;</a></li>
<li><a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1202329411.xls" target="_blank">Universo Automotivo;</a></li>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1201620730.zip" target="_blank">&#8220;Ex&#8221;tarifários vigentes de BK e BIT;</a></li>
<li><a class="icozip" href="/arquivo/secex/tec/teclistareducaoresgmc69-00.zip">Lista de Reduções pela Res.GMC 69/00</a></li>
<li><a class="icoxls" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1201545202.xls" target="_blank">Reduções temporárias por desabastecimento</a>;</li>
<li><a class="icozip" href="http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1196195829.zip" target="_blank">Correlação da NCM do SH-2002 com a NCM do SH-2007;</a></li>
</ul>
</blockquote>
<p align="justify">
<h6><span style="color:#999999;"> Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio</span></h6>
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